quinta-feira, 29 de julho de 2010

Decidi..


E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Simplesmente durmo para sonhar.

Autoria de Walt Disney

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Chorar lava a alma...


A tristeza por vezes,é um fugaz estado da Alma que logo,logo passa para quem está envolvido pela LUZ...Namaste

domingo, 25 de julho de 2010

Seja Voluntário...


Você presta algum tipo de serviço voluntário?

Se você ainda não havia pensado nisso, pense com carinho.
O que você pode fazer para melhorar o mundo a sua volta?
Se não puder fazer muito, faça pouco mas com amor e dedicação.

Ser voluntário é saber compartilhar o que temos de mais precioso: amor, felicidade, sabedoria, conhecimento, tempo e humildade. O voluntariado, então, pressupõe o compartilhar, e não o descartar as sobras do cotidiano.

Se no início não conseguir fazer com amor, faça porque julga importante e necessário.
No decorrer do tempo, você estará tão envolvido com seu serviço voluntariado que já não conseguirá mais viver sem praticá-lo. É só uma questão de tempo e persistência.

Se todos buscassem desenvolver esse espírito social, em pouco tempo teríamos um mundo melhor em todos os sentidos.
Muitos doam mais do que a boa vontade: doam a própria vida.

E você? que está á espera para prestar algum tipo de serviço voluntário?
Como fazer? A resposta é: começar para experimentar.
Pense nisso com Carinho...
Namaste

sábado, 24 de julho de 2010

Oração de GRATIDÃO


Senhor, somos gratos pela vida que nos destes, por cada amanhecer que renova as oportunidades de servir Vosso próposito, por cada anoitecer que nos permite dar descanso ao nosso corpo e liberdade à nossa alma.
Somos gartos pelo espaço sagrado que nos foi reservado na Mãe Terra, pelo alimento que nos sustenta, pelo sol que nos aquece, pela água que nos purifica e pelo ar que respiramos.
Senhor, somos gratos pela consciência que nos permite escolher, pelos desafios que nos fazem crescer, pela compreensão que aqui estamos para aprender a viver.
Somos gratos pelo teto que nos protege, pelo trabalho que nos impulsiona, pela família que nos completa e pelos amigos que conosco convivem. Somos gratos pelo corpo que sustêm nossa alma e torna nossa jornada possível, pela saúde para cumprir nossas tarefas, pela mente sã que nos permite sonhar, pelos desafios que nos permitem crescer.
Senhor, somos gratos por todas as oportunidades, por cada instante sagrado, por cada respiração, por cada pensamento, por cada sentimento revelado.
Senhor, somos gratos por poder AMAR.

NAMASTE

Entendendo a Doença..

A doença é o fruto do desequilíbrio do próprio homem perante as leis divinas. Os espíritos que evoluem na Terra, por viverem encarnação após encarnação distanciados do amor, possuem seus corpos astrais impregnados por “manchas astrais” que cobram o seu preço a cada nova encarnação. Daí surgem as doenças físicas e os desequilíbrios psicológicos.
As doenças possuem uma função profilática contra o agravamento das enfermidades da alma, já que a dor leva o homem a refletir sobre a forma como está orientando a sua vida. O grave atraso espiritual da humanidade nos mostra que somente quando a doença se faz presente é que os espíritos encarnados na Terra refletem sobre a sua evolução e o real valor da vida, pois durante a plena vitalidade da juventude dedicam-se apenas aos prazeres e interesses materiais.
A enfermidade funciona como um despertador psíquico que convida a pessoa a libertar-se do seu mundo de fantasias e a deixar de pensar somente em si para auxiliar o próximo.
Mas será que Deus não teria outra forma (menos dolorosa) para fazer com que os seres humanos despertassem para a realidade espiritual?
A doença e a morte só são dolorosas aos nossos olhos de encarnados porque ainda não compreendemos o sentido da vida física. A vida humana é apenas um estagio de aprendizado na peregrinação infinita a ser realizada por todos nós que estamos em busca da perfeição e felicidade eterna. A doença, para o homem consciente do objetivo da vida, nada mais é que um fator de purificação espiritual e de aviso divino para a compreensão dos erros do passado.
Ademais, a doença não é infligida por Deus; é fruto natural do nosso desequilíbrio, gerado por nós mesmos em decorrência dos erros de conduta cometidos no passado e no presente.

Livro: A Nova Era
De:Roger Bottini Paranhos

A Lição de um Quilo de Sal e o Açúcar.

"Era uma vez um monge que recebeu do seu Mestre 1Kg de sal e 1Kg de açúcar. Naquele momento ele saía para uma peregrinação, era o momento de transformação em sua vida. O momento em que ele seria testado. Ele sabia disso e o seu professor lhe disse:
_ Meu filho, não tenho o que lhe oferecer. Este ano a colheita não foi muito pródiga, então só posso lhe oferecer 1Kg de sal e 1Kg de açúcar e, durante esse um ano em que caminhará pelas cidades e florestas, você só vai receber o que lhe for dado.
Você não poderá pedir.
Assim, esse monge, muito feliz e esperançoso de seus passos, se sentindo triunfante em relação a um caminho pelo qual não havia seguido, na sua ingenuidade não reconheceu os traços de arrogância em si mesmo. Começou a caminhar e no fim daquele dia, seu corpo estava dolorido e com fome. Nesse momento, disse a si mesmo: "Comerei do açúcar, porque me dará energia, vou me sentir bem e acho que não fará mal para o meu caminho se ingerir pequena quantidade." E assim o fez.

Durante algumas horas ele nem conseguiu dormir, porque não estava habituado ao sabor daquele alimento e a sua mente entusiasmada com tanta excitação causada pelo açúcar pensava de forma louca. Acordou no dia seguinte, continuando sua caminhada e muitas vezes disse para si mesmo: "Burro, idiota, comeste do açúcar e olha o que deu... Esta noite se não tiver o que comer, comerei sal, porque pelo menos o sal saciará e não precisarei comer tanto. Carregarei esse sal e esse açúcar comigo e renderá muitos dias. Daqui para frente só comerei sal".
E assim ele o fez, comendo um pouquinho de sal e sentindo muita fome. Após um tempo, vieram as dores pelo corpo e a necessidade de beber água que naquele momento ele não tinha. Assim os dias foram passando. O monge às vezes ganhando algum alimento, recebendo das pessoas que estavam acostumadas a dar, porque a generosidade era aprendida naquela época como uma habilidade social. O homem já nascia sabendo da necessidade de compartilhar. Uns mais, outros menos, porque sempre no mundo existiram os avarentos. O monge foi caminhando, caminhando e a quantidade de sal e de açúcar naturalmente diminuindo e um dia ele viu crianças que estavam dançando, felizes e naquele momento pensou como era bom ser criança.

As crianças meio que atraídas pela sua presença chegaram até onde ele estava e pediram açúcar em pedra, que era o que ele carregava. Não era fome o que as crianças sentiam, era desejo pelo sabor daquele alimento. Ele ficou duvidoso dentro de si sobre o que fazer, mas um impulso maior atingiu seu coração e ele quis compartilhar de seu último torrão. As crianças consumiram quase que instantaneamente o torrão e ele se sentiu tão feliz que aquela felicidade preencheu seu coração e o jovem monge teve a certeza de que não passaria fome, de que não teria necessidade, porque Deus esteve ali presente no seu coração. Naquele momento sentiu que amadurecera no seu teste. Continuou carregando o sal e não se lamentou do açúcar. Ele foi seguindo aldeia após aldeia, ganhando uma fruta de uma árvore, ficando por ali alguns dias parado, caminhando e recebendo um prato de comida de alguém e aprendendo com a vida, olhando aqueles que estão à sua volta, porque mérito maior não há do que compartilhar, do que olhar para os lados. Ele sabia que aquilo que as pessoas carregam deve ser consumido, que as coisas não são feitas para serem guardadas, mas aproveitadas, experimentadas à sua exaustão.

Um dia, ele chegou a um asilo de idosos que há muito não experimentavam sal. Chegou no momento que a sopa estava sendo cozida: lentilhas, algumas raízes e rabanetes. A cozinheira idosa se lamentava: "Puxa, se tivéssemos um pouco de sal para cozinhar para esses velhos, talvez até as doenças deles se curassem, porque uma vez ouvi em um sonho que um monge me traria sal e esse sal teria poderes curativos e não somente aos velhos, mas ás famílias que vem aqui se alimentar de um prato de sopa. Todos seriam curados." O jovem monge olhou para si nesse momento perguntando-se se não seria ele esse monge. Em um instinto infantil ele agiu e ofereceu o sal àquela mulher e dizendo com o coração aberto: "Não sei se sou eu, minha irmã, mas aqui está o sal." Ela colocou o sal na sopa e ele aliviou as dores dos velhos, porque havia nele o componente sagrado: a fé. O monge ali, naquele momento, tinha sido um instrumento de cumprir com algo que foi prometido àquela mulher em um sentimento, em um sonho, em uma projeção de sua alma e o sal ajudou a curar as dores dos enfermos, dos velhos e a saciar a fome daquele vilarejo que há muito não experimentava um prazer semelhante. Quando ele dormiu naquela noite com a barriga cheia daquela sopa de lentilhas e rabanetes, ele não sabia conciliar o sono porque sua mente estava agitada com tanta emoção. O rapaz pensava: "Meu Deus, a viagem que deveria durar um ano durou pouco mais de um mês e eu não tenho mais sal nem açúcar...

O que eu faço? Como volto para minha casa? Como volto para meu mestre e digo para ele que eu não cumpri a minha peregrinação? Sim, porque era para eu ficar durante um ano carregando esse sal e açúcar e em pouco mais de um mês não tenho mais nada, eu só tenho eu... Eu não posso... Eu tenho que falar com ele." E mais uma vez agiu por um impulso da alma. Sim porque sempre houve no sentimento desse monge algo muito infantil, algo muito simples. Ele resolveu voltar e, quando chegou, o Mestre estava na porta à sua espera: "Boas ações você cumpriu não foi, meu filho?" E acolheu o monge de braços abertos.

Muitas vezes não sabemos qual é o nosso caminho, nem qual é a nossa missão com as pessoas, nem qual tempo exato que temos de vida, mas se tivermos fé, amor e o desejo de compartilhar, Eu, Mestre da Chama Amarela, afirmo a vocês que é suficiente. Amem, amem as pessoas, se doem, compartilhem, não tenham medo de gastar o seu quilo de açúcar ou sal fazendo alguém feliz, porque a felicidade do outro preencherá o seu coração com Deus. Fui esse monge. Sou Lanto e abençoo vocês. Humildemente digo a vocês: Não nasci Lanto... me tornei. Arduamente combati a minha personalidade que muitas vezes mantida pelo meu ego inferior quis me direcionar, mas mais forte do que o meu desejo do ego foi o meu desejo do amor, e nesse amor, abençoo vocês.

Livro: OS Doze Raios e a Expanção da Consciência.
De:(Maria Silvia P. Orlovas)

Relação do ADN e as Emoções..

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tu!!!


"Tu pouco dás quando dás de tuas posses. É quando dás de ti próprio que realmente estás dando. É belo dar quando solicitado; é mais belo ainda dar quando não solicitado; dar por haver apenas compreendido."

Gibran Khalil Gibran

Namaste

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O Coração como metodo


O homem pode funcionar a partir de três centros: um é a cabeça, outro é o coração e o terceiro é o umbigo. Quando você funciona a partir da cabeça, você produz pensamentos e pensamentos e pensamentos. Eles são muito insubstanciais, da matéria dos sonhos - eles prometem muito e não entregam nada.

A mente é uma grande trapaceira, mas tem uma tremenda capacidade de iludir, porque ela pode projetar. Ela pode lhe dar grandes utopias, grandes desejos, e vai sempre dizendo: "Amanhã vai acontecer" - e nunca acontece.

Nada acontece na cabeça - a cabeça não é o lugar para as coisas acontecerem.

O segundo centro é o coração. É o centro do sentir - sentimos através do coração. Você está mais perto de casa - não ainda em casa, mas mais próximo. Quando você sente, você é mais substancial, você tem mais solidez; quando você sente, há a possibilidade de algo acontecer. Não há nenhuma possibilidade com a cabeça, há uma pequena possibilidade com o coração.

A coisa real não é o coração ainda. A coisa real é mais profunda que o coração - é o umbigo. É o centro do ser.

Pensar, sentir e ser - esses são os três centros. Mas certamente o sentir está mais próximo do ser do que o pensar, e o sentir funciona como um método.

Se você quiser descer da cabeça, precisará passar pelo coração - esse é o ponto de cruzamento onde as estradas se separam. Você não pode ir diretamente ao ser, não é possível; você precisará passar pelo coração. Assim, o coração deve ser usado como um método.

Sinta mais e você pensará menos. Não lute contra os pensamentos, porque lutar contra os pensamentos significa novamente criar outros pensamentos de luta. Então, a mente nunca é derrotada. Se você ganhar, foi a mente que venceu; se você for derrotado, você é o derrotado. Nunca lute contra os pensamentos; isso é inútil. Em vez de lutar contra os pensamentos, mova a sua energia para o sentir. Cante em vez de pensar, ame em vez de filosofar, leia poesia em vez da prosa. Dance, olhe a natureza, e tudo o que você fizer, faça-o através do coração.

Por exemplo, quando você tocar alguém, toque com o coração, toque sentindo, deixe seu ser vibrar. Quando olhar para alguém, não olhe simplesmente com olhos mortos como pedra. Deixe sua energia verter através dos olhos e, imediatamente, você sentirá que algo está acontecendo no coração. É apenas uma questão de experimentar.

O coração é o centro negligenciado. Quando você começa a prestar atenção nele, ele começa a funcionar. Quando ele começa a funcionar, a energia que estava automaticamente indo para a mente, começa a se mover através do coração. E o coração está mais próximo do centro de energia. O centro de energia está no umbigo - assim, bombear energia para a cabeça é, na verdade, um trabalho árduo.

É para isso que existem todos os sistemas educacionais: para ensiná-lo a bombear energia do centro, diretamente para a cabeça. Para ensiná-lo a se desviar do coração. Dessa maneira, nenhuma escola, nenhum colégio, nenhuma universidade ensina a sentir. Eles aniquilam o sentir, porque sabem que, se você sentir, não poderá pensar.

Se você sentir muito, então a energia ficará parada no centro do coração, não irá para a cabeça. Ela só pode ir para a cabeça quando o centro do coração é completamente negado. Ela tem de ir para algum lugar, tem de encontrar uma saída. Se o coração não for a saída, ela irá para a cabeça.

De fato, todo o sistema educacional desenvolvido em todo o mundo é para ensiná-lo a evitar o coração, a como tornar-se mais e mais mental e a como bombear a energia diretamente para a cabeça.

Assim, o amor é negado, o sentimento é negado, condenado - é quase um pecado sentir. A pessoa tem de ser lógica e racional, não emocional. Se você for emocional, as pessoas dirão que você é infantil - de certa forma, eles estão literalmente certos, porque só uma criança sente. Uma pessoa adulta instruída, culta, condicionada, pára de sentir. Ela se torna quase seca, madeira morta - não flui mais nenhum sumo dali. Daí haver tanto sofrimento: o sofrimento é por causa da cabeça.

A cabeça não pode celebrar, não há nenhuma celebração possível através da cabeça - ela pode pensar sobre e sobre e sobre, mas ela não pode celebrar. A celebração acontece através do coração.

Assim, a primeira coisa é começar a sentir cada vez mais e mais. Torne-se uma morada de amor, um santuário de amor; este é o primeiro passo. Uma vez que você dê este primeiro passo, o segundo será muito, muito fácil.

Primeiro, você ama - a metade da jornada está completa. E assim como é fácil mover-se da cabeça para o coração, é ainda mais fácil mover-se do coração para o umbigo. No umbigo você é simplesmente um ser, puro ser.

(OSHO)

Namaste

Perder o peso da mente!


"Quando você está identificado com uma determinada idéia, então você está doente. Toda identificação é uma doença mental. Na realidade a mente é a sua doença.

Colocar a mente de lado é simplesmente olhar silenciosamente para a realidade, sem nenhum pensamento, sem nenhum preconceito, é um modo saudável de ficar familiarizado com ela.

E você encontrará uma realidade totalmente diferente. A descoberta do real liberará você de muitas imbecilidades, de muitas superstições. Limpará seu coração de todos os tipos de lixo que as gerações tem jogado sobre você. As doenças se transmitem de uma geração para outra; você herda todo o passado com todas as suas idéias estúpidas. Se não fosse assim, não existiria distinção, não exisitiria comparação. E, uma vez que vc se liberta de fazer comparações e distinções, você se torna leve, toda a sua existência se torna leve. Você perde todo o peso. Você se torna leve ao ponto de poder abrir suas asas e voar!"

Osho
Namaste

Missão

Missão
Cada "Filho do Sol" é um "Trabalhador da Luz", aquele que veio para este mundo com a nobre missão de difundir a Luz entre os seus semelhantes. Todos estão sendo convocados para a maior acção coletiva na História da Humanidade, que deverá atuar com base em uma ética planetária e um grande amor pela Mãe Terra.Cada ser humano é um reposítório de conhecimentos e diferentes habilidades. Todos, sem exceção serão necessários. Ninguém poderá esquivar-se dessa nobre e urgente missão, pois o destino do planeta está em jogo. Cada um de nós, deverá refletir quanto ao que singifica ser um "Trabalhador da Luz", um "Filho do Sol". O primeiro passo da missão será descobrir a si mesmo; o passo seguinte, depois da transformação pessoal, será participar ativamente da transformação do mundo.Mas tudo deverá ser rápido e dinâmico, bem de acordo com a época em que vivemos. Tenha amor por este belo planeta. Ele é a extensão de seu próprio corpo. Destruindo a Terra, destruiremos a nós mesmos. Destruiremos a magnífica Obra Divina!" Seja a mudança que você quer ver no mundo". Que o Deus Sol, abençõe suas palavras e ilumine os seus pensamentos...Para sucesso...Para amor...Para saúde...Para felicidade...Que os vossos Caminhos sejam iluminados pelos Grandes Mestres do Universo... Deus está em teu coração e o teu coração está em Deus... Namastê!