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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

O Fósforo e a Vela

Certo dia o fósforo disse para a vela:
Minha missão é te acender.
- Ah, não, disse a vela. Tu não vês que se me acendes meus dias estarão contados. Não faz uma maldade dessa não.

Então queres permanecer toda a tua vida assim dura, fria, perguntou o fósforo.
Mas ter que me queimar. Isso dói. Consome as minhas forças.

- Tens toda razão, respondeu o fósforo, esse é precisamente o mistério de tua vida. Tu e eu fomos feitos para ser luz. O que eu, como fósforo, posso fazer é pouco. Mas se passo a minha chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida. Fui feito para isso: para começar o fogo. Tu és vela. Tua missão é brilhar. Toda tua dor, tua energia se transformará em luz.
Ouvindo isso a vela olhou e disse:
- Por favor, acende-me.

Somos a luz do mundo e sal da terra. temos que fazer a diferença. Deus não chama capacitados mas capacita os escolhidos, eu quero ser escolhido e você?

Pense nisso!
Se você for fósforo, que sua luz acenda as pessoas que são velas.
Se você for vela, brilhe sua luz para clarear caminhos sombrios.
Que as duas luzes nunca se apaguem.

Que sejamos a luz do mundo!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Fundo da Piscina..


Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes.

Reflexão:
Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso…

Namastê...

domingo, 23 de junho de 2013

A Chama da Alma.

Havia um rei que apesar de ser muito rico, tinha a fama de ser um grande doador,desapegado de sua riqueza.

De uma forma bastante estranha, quanto mais ele doava ao seu povo, auxiliando-o, mais os cofres do seu fabuloso palácio se enchiam.

Um dia, um sábio que estava passando por muitas dificuldades, 
procurou o rei.

Ele queria descobrir qual era o segredo daquele monarca.

Como sábio, ele pensava e não conseguia entender como é que o rei, que não
estudava as sagradas escrituras, nem levava uma vida de penitência e renúncia, ao
contrário, vivia rodeado de luxo e riquezas, podia não se contaminar com tantas coisas materiais.

Afinal, ele, como sábio, havia renunciado a todos os bens da terra, vivia
meditando e estudando e, contudo, se reconhecia com muitas dificuldades na alma.

Sentia-se em tormenta. E o rei era virtuoso e amado por todos.

Ao chegar em frente ao rei, perguntou-lhe qual era o segredo de viver daquela
forma, e ele lhe respondeu:

-Acenda uma lamparina e passe por todas as dependências do palácio e você descobrirá
qual é o meu segredo! Porém, há uma condição: se você deixar que a chama da lamparina se apague, cairá morto no mesmo instante.

O sábio pegou uma lamparina, acendeu e começou a visitar todas as salas do palácio.

Duas horas depois voltou à presença do rei, que lhe perguntou:

-Você conseguiu ver todas as minhas riquezas?

O sábio, que ainda estava tremendo da experiência porque temia perder a vida, se a
chama apagasse, respondeu:

-Majestade, eu não vi absolutamente nada.

Estava tão preocupado em manter acesa a chama da lamparina que só fui passando pelas
salas, e não notei nada. Com o olhar cheio de misericórdia, o rei contou o seu segredo:

Pois é assim que eu vivo.
Tenho toda minha atenção voltada para manter acesa a chama da minha alma que, embora
tenha tantas riquezas, elas não me afetam. Tenho a consciência de que sou eu que preciso iluminar meu mundo com minha presença e não o contrário. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Paz Perfeita...

Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita.
Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou: "Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz." Namasté

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Resposta...


Vivia numa pequena aldeia da Índia um velho sábio. Sábio este que era muito famoso pelo facto de nunca ter deixado uma questão sem resposta.
Um dia, um jovem que estava de passagem pela aldeia, ouviu grandes histórias sobre a profunda sabedoria daquele sábio e resolveu desafiá-lo. Decidiu que iria capturar um pequeno pássaro e escondê-lo entre as mãos. A seguir perguntaria ao sábio se o pássaro que trazia escondido entre as mãos estava vivo ou morto. Se o sábio respondesse que o pássaro estava vivo, o jovem esmagaria o pássaro com as mãos. Se entretanto o sábio dissesse que o pássaro estava morto, o jovem então abriria as mãos e libertaria o pequeno pássaro.
Na manhã seguinte, já com um pequeno pássaro entre as mãos, o jovem foi ao encontro do velho sábio e perguntou-lhe: “ O pássaro que trago entre minhas mãos está vivo ou está morto?”. Sem pestanejar o velho sábio lhe respondeu:
“A resposta para essa pergunta está nas suas mãos!”
Não lhe consigo dizer ao certo como será a sua vida amanhã, se vai correr bem ou menos bem. Mas uma coisa consigo garantir-lhe; a resposta esteve, está e sempre estará nas suas mãos!

sábado, 6 de novembro de 2010

bondade..


Aquele moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, ao centro da cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior. Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês. A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava. O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida. Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava. Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "Um rapaz que passa diariamente de trem." Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada. No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe" Um jovem, com tanta sensibilidade fraternal, certamente é abençoado por Deus. Esse Deus que quer que suas criaturas se amem e se respeitem mutuamente. Esse Deus que espera que nos ajudemos uns aos outros, sem preconceitos e sem arrogância. Aquele jovem do trem não tinha outra intenção a não ser ajudar anonimamente a uma pessoa desconhecida, atendendo a um apelo do seu coração generoso. E é por essas e outras razões que vale a pena acreditar que no mundo encontramos pessoas boas...

Há pessoas que se entregam à depressão e outras enfermidades por acreditarem que ninguém se importa com elas.
Assim, um simples gesto de solidariedade pode se constituir em um dos mais poderosos remédios contra esse tipo de mal. E é um remédio que não custa nada, não tem contra-indicação e está ao alcance de todos.

Bem-Hajam..Namaste

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Acreditar e Agir..

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.
O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.
O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança.
E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade agir e acreditar.

Namaste

sábado, 7 de agosto de 2010

O Telefone Toca..

Esta é a história de um soldado que, finalmente voltava para casa, depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para os pais em São Francisco:

- Mamãe, Papai, estou voltando para casa, mas antes quero pedir um favor à vocês. Tenho um amigo que eu gostaria de levar junto comigo. - Claro, eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo também! Há algo que vocês precisam saber antes, continuou o filho. Ele foi terrivelmente ferido em combate. Pisou numa mina e perdeu um braço e uma perna. Pior ainda é que ele não tem nenhum outro lugar para morar.

- Nossa!!! Sinto muito em ouvir isso, filho! Talvez possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar para morar!
- Não mamãe, eu quero que ele possa morar
na nossa casa! - Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo? Você não tem noção da gravidade do problema? A mãe concordando com o marido reforçou:

Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não queremos uma coisa como essa interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo!
Nesse momento o filho bateu o telefone e nunca mais os pais ouviram uma palavra dele.

Alguns dias depois, os pais receberam um telefonema da polícia, informando que o filho deles havia morrido ao cair de um prédio.
A polícia porém acreditava em suicídio.

Os pais, angustiados voaram para a cidade onde o filho se encontrava e foram levados para o necrotério para identificar o corpo. Eles o reconheceram e, para o seu terror e espanto, descobriram algo que desconheciam: “O FILHO DELES TINHA APENAS UM BRAÇO E UMA PERNA!”

Os pais nessa história são como nós, achamos fácil amar aqueles que são perfeitos, bonitos, saudáveis, divertidos, mas não gostamos das pessoas que nos incomodam ou não nos fazem sentir confortáveis...
Namaste

sábado, 24 de julho de 2010

A Lição de um Quilo de Sal e o Açúcar.

"Era uma vez um monge que recebeu do seu Mestre 1Kg de sal e 1Kg de açúcar. Naquele momento ele saía para uma peregrinação, era o momento de transformação em sua vida. O momento em que ele seria testado. Ele sabia disso e o seu professor lhe disse:
_ Meu filho, não tenho o que lhe oferecer. Este ano a colheita não foi muito pródiga, então só posso lhe oferecer 1Kg de sal e 1Kg de açúcar e, durante esse um ano em que caminhará pelas cidades e florestas, você só vai receber o que lhe for dado.
Você não poderá pedir.
Assim, esse monge, muito feliz e esperançoso de seus passos, se sentindo triunfante em relação a um caminho pelo qual não havia seguido, na sua ingenuidade não reconheceu os traços de arrogância em si mesmo. Começou a caminhar e no fim daquele dia, seu corpo estava dolorido e com fome. Nesse momento, disse a si mesmo: "Comerei do açúcar, porque me dará energia, vou me sentir bem e acho que não fará mal para o meu caminho se ingerir pequena quantidade." E assim o fez.

Durante algumas horas ele nem conseguiu dormir, porque não estava habituado ao sabor daquele alimento e a sua mente entusiasmada com tanta excitação causada pelo açúcar pensava de forma louca. Acordou no dia seguinte, continuando sua caminhada e muitas vezes disse para si mesmo: "Burro, idiota, comeste do açúcar e olha o que deu... Esta noite se não tiver o que comer, comerei sal, porque pelo menos o sal saciará e não precisarei comer tanto. Carregarei esse sal e esse açúcar comigo e renderá muitos dias. Daqui para frente só comerei sal".
E assim ele o fez, comendo um pouquinho de sal e sentindo muita fome. Após um tempo, vieram as dores pelo corpo e a necessidade de beber água que naquele momento ele não tinha. Assim os dias foram passando. O monge às vezes ganhando algum alimento, recebendo das pessoas que estavam acostumadas a dar, porque a generosidade era aprendida naquela época como uma habilidade social. O homem já nascia sabendo da necessidade de compartilhar. Uns mais, outros menos, porque sempre no mundo existiram os avarentos. O monge foi caminhando, caminhando e a quantidade de sal e de açúcar naturalmente diminuindo e um dia ele viu crianças que estavam dançando, felizes e naquele momento pensou como era bom ser criança.

As crianças meio que atraídas pela sua presença chegaram até onde ele estava e pediram açúcar em pedra, que era o que ele carregava. Não era fome o que as crianças sentiam, era desejo pelo sabor daquele alimento. Ele ficou duvidoso dentro de si sobre o que fazer, mas um impulso maior atingiu seu coração e ele quis compartilhar de seu último torrão. As crianças consumiram quase que instantaneamente o torrão e ele se sentiu tão feliz que aquela felicidade preencheu seu coração e o jovem monge teve a certeza de que não passaria fome, de que não teria necessidade, porque Deus esteve ali presente no seu coração. Naquele momento sentiu que amadurecera no seu teste. Continuou carregando o sal e não se lamentou do açúcar. Ele foi seguindo aldeia após aldeia, ganhando uma fruta de uma árvore, ficando por ali alguns dias parado, caminhando e recebendo um prato de comida de alguém e aprendendo com a vida, olhando aqueles que estão à sua volta, porque mérito maior não há do que compartilhar, do que olhar para os lados. Ele sabia que aquilo que as pessoas carregam deve ser consumido, que as coisas não são feitas para serem guardadas, mas aproveitadas, experimentadas à sua exaustão.

Um dia, ele chegou a um asilo de idosos que há muito não experimentavam sal. Chegou no momento que a sopa estava sendo cozida: lentilhas, algumas raízes e rabanetes. A cozinheira idosa se lamentava: "Puxa, se tivéssemos um pouco de sal para cozinhar para esses velhos, talvez até as doenças deles se curassem, porque uma vez ouvi em um sonho que um monge me traria sal e esse sal teria poderes curativos e não somente aos velhos, mas ás famílias que vem aqui se alimentar de um prato de sopa. Todos seriam curados." O jovem monge olhou para si nesse momento perguntando-se se não seria ele esse monge. Em um instinto infantil ele agiu e ofereceu o sal àquela mulher e dizendo com o coração aberto: "Não sei se sou eu, minha irmã, mas aqui está o sal." Ela colocou o sal na sopa e ele aliviou as dores dos velhos, porque havia nele o componente sagrado: a fé. O monge ali, naquele momento, tinha sido um instrumento de cumprir com algo que foi prometido àquela mulher em um sentimento, em um sonho, em uma projeção de sua alma e o sal ajudou a curar as dores dos enfermos, dos velhos e a saciar a fome daquele vilarejo que há muito não experimentava um prazer semelhante. Quando ele dormiu naquela noite com a barriga cheia daquela sopa de lentilhas e rabanetes, ele não sabia conciliar o sono porque sua mente estava agitada com tanta emoção. O rapaz pensava: "Meu Deus, a viagem que deveria durar um ano durou pouco mais de um mês e eu não tenho mais sal nem açúcar...

O que eu faço? Como volto para minha casa? Como volto para meu mestre e digo para ele que eu não cumpri a minha peregrinação? Sim, porque era para eu ficar durante um ano carregando esse sal e açúcar e em pouco mais de um mês não tenho mais nada, eu só tenho eu... Eu não posso... Eu tenho que falar com ele." E mais uma vez agiu por um impulso da alma. Sim porque sempre houve no sentimento desse monge algo muito infantil, algo muito simples. Ele resolveu voltar e, quando chegou, o Mestre estava na porta à sua espera: "Boas ações você cumpriu não foi, meu filho?" E acolheu o monge de braços abertos.

Muitas vezes não sabemos qual é o nosso caminho, nem qual é a nossa missão com as pessoas, nem qual tempo exato que temos de vida, mas se tivermos fé, amor e o desejo de compartilhar, Eu, Mestre da Chama Amarela, afirmo a vocês que é suficiente. Amem, amem as pessoas, se doem, compartilhem, não tenham medo de gastar o seu quilo de açúcar ou sal fazendo alguém feliz, porque a felicidade do outro preencherá o seu coração com Deus. Fui esse monge. Sou Lanto e abençoo vocês. Humildemente digo a vocês: Não nasci Lanto... me tornei. Arduamente combati a minha personalidade que muitas vezes mantida pelo meu ego inferior quis me direcionar, mas mais forte do que o meu desejo do ego foi o meu desejo do amor, e nesse amor, abençoo vocês.

Livro: OS Doze Raios e a Expanção da Consciência.
De:(Maria Silvia P. Orlovas)

sábado, 1 de maio de 2010

"Como me Arrependo"


Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho camioneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo camião que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente, seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos
martelando, alegremente, a lataria do reluzente camião.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo: e sem hesitar, completamente fora de si martela, impiedosamente, as mãos da criança que se põe a chorar, desesperadamente, sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do camioneiro corre em socorro, mas pouco pode fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido a realidade e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia o médico, desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistira bem ao ato cirúrgico
devendo, os pais, aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai.
Papai, me desculpe... Eu só queria consertar seu camião,
como você ensinou-me outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse: que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele, e que a lataria do camião não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou!
Quer dizer que não está mais bravo comigo?
É claro que não! respondeu o pai, ao que o menino pergunta!
Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novamente
*******************************
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos "sarar" as feridas que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa tardia.
Pense nisso!
Namaste

domingo, 18 de abril de 2010

UMA LENDA CHINESA


Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo. Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.
Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas."
Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projecto de assassinar a sogra.
Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe. Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe: "Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou." Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. "

Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".

Os árabes têm outro que diz: "O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos."

Pois é amigas(os),a Felicidade é simlpes de se encontrar
no nosso dia-a.dia
nós seres humanos é que complicamos toda a acção...
Que a Luz e o Amor acompanhem toda nossa jornada...
Namaste

quinta-feira, 15 de abril de 2010

reflexão!!


Um velho índio estava a falar com o neto e contava-lhe:
"Sinto-me como se tivesse dois lobos lutando no meu coração.
Um é um lobo irritado,violento e vingativo.
O outro está cheio de Amor e Compaixão."
O neto perguntou:
"Avô,diga-me,qual dos dois ganhará a luta no seu coração?"
O avô respondeu:
"Aquele que eu alimentar...

Vamos parar para refletir o que queremos...Pense nisso!
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."
Só amor subsiste a tudo!!Sem ele não existiriamos.

Coloque amor no seu sorriso pela manhã.
Coloque amor no Bom Dia animado.
Coloque amor nos detalhes do dia.
Coloque amor nas pequenas coisas e nas grandes também!

E você verá que sua vida será cheia de realizações, sucesso, alegrias, coisas boas e Amor. Lembre-se de que a felicidade só depende de nós e viva melhor!!!
NAMASTE

quarta-feira, 17 de março de 2010

Cenoura, ovo ou Café - Adversidades!!


Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.

Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou: "Querida, o que você está vendo? "
"Cenouras, ovos e café" ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente: "O que isto significa, pai? "
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente , ele havia mudado a água.
"Qual deles é você? " ele perguntou a sua filha.
"Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café? "
E você?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Você teria um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece ser a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito, inflexíveis?
Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
Como você lida com a adversidade?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O que faz o Medo!!

Esta pequena história paraboliza a vida e maneira de estar de muita gente perante a vida, pense nisto e reflicta.Fica então o relato resumido sobre O que Faz o Medo.Numa terra em guerra,havia um rei que causava espanto.Sempre que fazia prisioneiros,não os matava: levava-os a uma sala onde haviaum grupo de arqueiros de um ladoe uma imensa porta de ferro do outro,sobre a qual viam-se gravadas figurasde caveiras cobertas por sangue.Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculoe dizia-lhes, então: "Vocês podem escolher entre morreremflechados por meus arqueiros ou passarem por aquela portae por mim serem lá trancados".Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.Ao terminar a guerra, um soldado quepor muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?-Diga, soldado.-O que havia por detrás da assustadora porta?-Vá e veja você mesmo.O soldado, então, abre vagarosamente a porta e,à medida em que o faz, raios de sol vão adentrandoe clareando o ambiente...
E, finalmente, ele descobre, surpreso, que......a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!
Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro,apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?Pense nisso!

Namaste

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Fé, Esperança e Amor


Um dia, a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR saíram pelo mundo para ajudar os aflitos. Qual das três, seria capaz de realizar o melhor trabalho para a glória de Deus?
À beira da estrada da vida, encontraram um homem pobre que sofria com uma doença que o deixou paralítico desde nascença. Mendigava às almas caridosas a fim de sobreviver. Diante daquela situação, a FÉ tomou a frente da Esperança e do Amor para resolver o caso. Disse:
-Esperem aqui, vou realizar minha obra na vida
daquele infeliz e tirá-lo daquela situação.
A FÉ trouxe ao homem a palavra de Deus e assim ela foi reproduzida no coração dele. Imediatamente aquele homem se rebelou contra aquela situação e usou a FÉ que tinha no coração para determinar
sua cura e, no momento em que orava, seus ossos
se juntaram e tornaram-se firmes.
Finalmente, ficou de pé e saltou de alegria.
Não precisava ficar mais à beira da estrada
para mendigar e muito menos padecer todas
as dores de antes.
Passadas algumas horas, o homem não tinha para onde ir. Nem casa, nem profissão, que lhe desse condições de se estabelecer na vida.
Neste momento a ESPERANÇA sentiu que era chegada a sua vez de trabalhar. Ela o levou para o alto da montanha e fez com que ele visse os férteis campos da terra. Desta maneira, foi mudando o seu coração e o homem entendeu que podia prosperar.
Movido pela força da ESPERANÇA, ele se pôs a caminho. Logo conseguiu um emprego, em uma fazenda próxima, e rapidamente aprendeu a cultivar a terra. Em pouco tempo, tinha juntado o suficiente para comprar seu próprio campo.
Com FÉ e ESPERANÇA, renovava suas forças a cada dia e, em poucos anos, expandiu grandemente seus negócios. Suas colheitas eram exportadas em navio, alcançando portos de todo o mundo.
Ele tinha muitos empregados e se tornou o homem mais rico da terra. A FÉ e a ESPERANÇA estavam satisfeitas com o maravilhoso trabalho que haviam produzido na vida daquele homem.
Então disseram ao AMOR:
- Não te preocupes em realizar tua obra. Vês que, juntas, mudamos completamente a vida deste homem, fazendo-o forte e próspero.
Assim, o Amor partiu em busca de alguém a quem pudesse ajudar. O império daquele homem se expandia por todo o lado, de forma que eram tantas as casas que muitas delas nem sequer conhecia.
Viajou o mundo inteiro e nada mais havia que o surpreendesse. Mas, com o passar do tempo,
o homem foi ficando triste e enfastiado.
- Tenho tudo que um homem possa desejar
- dizia ele - mas ainda me sinto vazio.
A FÉ e a ESPERANÇA conversavam o que podiam fazer para torná-lo forte como antes? Ele agora não precisava do milagre da cura nem da Esperança para crer no sucesso do seu futuro, pois era muito rico.
Então, as duas foram correndo em busca do AMOR , para lhe pedir ajuda.
O AMOR voltou com elas e realizou sua obra no
coração daquele homem.
Ao sentir AMOR , ele passou a entender Deus e a sua mais extraordinária obra. Surgiu a necessidade de ajudar outros com os mesmos problemas que os seus. A FÉ e a ESPERANÇA entenderam que, embora suas obras tivessem sido de grandeza extraordinária, com o passar do tempo, sem AMOR , tudo perdia o sentido.

A FÉ é rápida.... a ESPERANÇA permanece por mais tempo, mas o AMOR ... não acaba nunca!!!

Gotinhas de Amor e Luz.
Namaste

O Tempo!!!!!!


Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foram avisados os moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.

Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:

- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.

- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.

Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.

- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:

- Vem Amor, eu levo você!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.

- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:

- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."

Namaste

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O Anúncio


O Dono de um pequeno comércio, amigo de um grande poeta, abordou-o na rua:

Sr. poeta, estou precisando vender o meu sítio que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?

O Poeta apanhou o papel e escreveu:
"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda".

Meses depois topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos connosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros.

Valorize o que você tem, as pessoas que estão perto de você... esse é o seu verdadeiro tesouro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Chinês Lailai



Um certo dia,um chinês chamado Lailai resolveu dedicar a sua vida à meditação. Decidiu que iria para um mosteiro no alto de uma grande montanha,com objectivo de encontrar Iluminação.
Viajou muitos dias e ao chegar em frente ao portão principal do mosteiro,encontrou aquele que seria o seu Mestre.
Lailai foi recebido com muito amor pelos monges que há muitos anos viviam por lá.E dizia a todos:
-Vim para buscar a minha Iluminação.
Passados alguns anos,o monge Lailai começou a ficar descontente com a sua situação,pois não conseguia encontrar o caminho da Luz.
Procurou o mestre,e disse-lhe:
-Amado Mestre,me ensinaram muitas coisas belas e importantes nesta minha caminhada,mas ainda não consegui alcançar a Iluminação em minha vida.Quero desistir da vida de monge e voltar para a minha aldeia.
E o Mestre respondeu:
-Tudo bem Lailai.Já que voçê esta a desistir desta vida de meditação,quero-te acompanhar na descida da montanha.Amanhã ,às 4 horas,estou á tua espera no portão principal do mosteiro.
No horário marcado,Lailai encontrou o seu Mestre.Ao sair do mosteiro o Mestre perguntou a Lailai:
Querido filho, o que estas a ver neste momento?
Lailai respondeu:
-Mestre,vejo o orvalho da madrugada,o céu estrelado,uma lua maravilhosa e sinto o agradavél aroma das flores.
Continuaram descer a montanha.Passada uma hora de caminharem, o Mestre pergunta:
-E nesta parte da montanha,o que vês?
Respondeu Lailai:
-Vejo os primeiros raios de sol,escuto o canto dos pássaros e sinto a doce brisa da manhã penetrando em todo o meu ser.
E assim continuaram a descer a grande montanha.Passado algumas horas,o Mestre voltou com a mesma pergunta e Lailai assim respondeu:
-Mestre,neste trecho da montanha sinto o calor do Sol,o somdo riacho,o orvalho evaporante e os animais silvestres em harmonia com toda a natureza.
Seguiram a caminhada.Chegaram ao pé da montanha ao meio dia.E mais uma vez,o Mestre fez a mesma pergunta e teve como resposta:
-Mestre,vejo como a montanha é bela,as árvores da floresta,o riacho doce que circunda o vale,o camponêsque cuida da plantação de arroz.Vejo também uma criança feliz que brinca com os seus amigos.
Então o Mestre assim falou:
-Lailai.voçê já encontrou a Iluminação.
Espantado,Lailai perguntou:
-Como Mestre?
-Muito simples.
Em cada etapa da descida da montanha voçê percebeu a importância de cada detalhe da natureza,compreedeu os seus sons,seus cheiros,suas imagens,as suas cores e suas vidas.Assim é que devemos ver e interpretar esta longa caminhada.A isto tudo,nós chamamos de Iluminação.

Reflexão: Meus amigos,a cada degrau da vida vejam a beleza que ela nos oferece........NAMASTE

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O principal na Vida


Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro:
- "Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal.
Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre.
Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal..."
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental.
A voz misteriosa falou novamente: - "Já só tens oito minutos."
Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se...
Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro. Mas a porta já estava fechada... para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero sempre.

Temos uns (oitenta?) anos para viver, neste mundo, e há uma voz que nos adverte, de vez em quando: "Não te esqueças do principal!"

O principal são os valores espirituais, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais fascinam-nos tanto que o principal vai ficando sempre de lado...
Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: "Os tesouros da alma!" Quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações...

Não te esqueças do principal!

Namaste.

domingo, 30 de agosto de 2009

Para não esquecer!



Conta uma lenda Árabe que dois amigos viajavam pelo deserto..Num determinado ponto da viagem começaram a discutir.O agredido sem dizer nada,escreveu na areia:

HOJE,O MEU MELHOR AMIGO BATEU-ME..

Continuaram..Acerta altura chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho.O que tinha sido esbofeteado estava afogar-se quando foi salvo pelo amigo.Depois de ter recuperado pegou num canivete e escreveu numa pedra:

HOJE,O MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado,o amigo perguntou:
-Então,depois de te ter batido escreves-te na areia e agora escreveste na pedra? Porquê?
Sorrindo,o outro amigo respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende,deveremos escrever na areia,onde a vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.Mas quando ele nos faz algo de bom,deveremos gravar na pedra da memória do coração,onde vento nenhum do mundo poderá apagar...

Missão

Missão
Cada "Filho do Sol" é um "Trabalhador da Luz", aquele que veio para este mundo com a nobre missão de difundir a Luz entre os seus semelhantes. Todos estão sendo convocados para a maior acção coletiva na História da Humanidade, que deverá atuar com base em uma ética planetária e um grande amor pela Mãe Terra.Cada ser humano é um reposítório de conhecimentos e diferentes habilidades. Todos, sem exceção serão necessários. Ninguém poderá esquivar-se dessa nobre e urgente missão, pois o destino do planeta está em jogo. Cada um de nós, deverá refletir quanto ao que singifica ser um "Trabalhador da Luz", um "Filho do Sol". O primeiro passo da missão será descobrir a si mesmo; o passo seguinte, depois da transformação pessoal, será participar ativamente da transformação do mundo.Mas tudo deverá ser rápido e dinâmico, bem de acordo com a época em que vivemos. Tenha amor por este belo planeta. Ele é a extensão de seu próprio corpo. Destruindo a Terra, destruiremos a nós mesmos. Destruiremos a magnífica Obra Divina!" Seja a mudança que você quer ver no mundo". Que o Deus Sol, abençõe suas palavras e ilumine os seus pensamentos...Para sucesso...Para amor...Para saúde...Para felicidade...Que os vossos Caminhos sejam iluminados pelos Grandes Mestres do Universo... Deus está em teu coração e o teu coração está em Deus... Namastê!